Estudo de Apocalipse – (#48)

I. A terceira trombeta 8.10–11

  1. v.10 O terceiro anjo tocou a trombeta, e uma grande estrela, queimando como uma tocha, caiu do céu sobre a terça parte dos rios e sobre as fontes das águas. v.11 O nome da estrela é Absinto. E a terça parte das águas se transformou em absinto, e muitas pessoas morreram por causa dessas águas, porque se tornaram amargas. Em sequência ao juízo sobre a terra, vem o desastre sobre o mar.
    • A terceira categoria a ser afligida por Deus. Os rios e os corpos de água no interior.
    • Deus castiga seus inimigos ao fazer cair dos céus uma enorme estrela; é uma bola de fogo que ao descer polui as águas, trazendo morte a todos que beberem delas.
  2. Deus faz cair dos céus uma estrela e as pessoas podem vê-la se aproximando da terra.
  3. Essa é uma visão incrível designada a chamar os ímpios a se arrependerem dos seus maus caminhos e a se voltarem para Deus.
    • Não há nada comparável na experiência humana. Essa estrela flamejante que cai sobre rios, lagos e lagoas contamina a água potável e, consequentemente, mata todos os que bebem dela.
  4. O nome da estrela é Absinto. O absinto era cultivado em Israel e, por causa do seu cheiro de cânfora, era usado para impedir que as traças se alimentassem das roupas.
    • Essa erva com suas raízes é muito amarga. Exemplificado na adversidade e no pesar, simboliza a condenação eterna e a justiça.
    • “absinto” representa tanto uma palavra para a amargura causada pelas pessoas quanto também a amargura que elas experimentam como castigo.
      1. O castigo corresponde ao pecado. Mais uma vez, no entanto, o juízo permanece delimitado. Muitas pessoas, mas não todas, morrem.
    • As pessoas que morrem são uma advertência aos sobreviventes de que devem temer a Deus e se voltar para ele.

II. A quarta trombeta 8.12

  1. v.12 O quarto anjo tocou a trombeta, e foi ferida a terça parte do sol, da lua e das estrelas, para que a terça parte deles escurecesse e uma terça parte do dia, e também da noite, ficasse sem luz. É uma intervenção sobrenatural nos cursos naturais desses corpos celestes.
    • A luz se torna em trevas.
    • Não sabemos esclarecer, se os corpos celestes deixam de emitir e refletir luz durante uma terça parte do dia e uma terça parte da noite, ou se a luz toda foi reduzida em um terço, de forma que o dia nunca mais despontasse totalmente.
      1. Enfim, basta o sentido de que mais uma condição básica das criaturas se encontra sob juízo.
      2. Pois são justamente o sol, a lua e as estrelas que proclamam que a bondade de Deus é duradoura (Sl 136:7 Àquele que fez os grandes luzeiros, porque a sua misericórdia dura para sempre. v.8 Fez o sol para presidir o dia, porque a sua misericórdia dura para sempre. v.9 Fez a lua e as estrelas para presidirem a noite, porque a sua misericórdia dura para sempre.) e se compadece dos filhos dos homens (Sl 8:4,5).
      3. Já que o discurso dos portadores das mensagens não foi entendido; será que seu silêncio será compreendido?
      4. Deus abre novamente a porta às trevas que existiam antes da criação e que sem Deus está presente a cada momento: para que a terça parte deles escurecesse e, na sua terça parte, não brilhasse, tanto o dia como também a noite.
    • Esses sinais na natureza, são expressões da graça e da misericórdia divinas, mostrando a vinda do Dia do Senhor.
      1. Crentes e ímpios ouvem o som das trombetas. Os crentes, guiados pelo seu conhecimento das Escrituras, reconhecem esses sinais, refugiam-se em Deus e ficam seguros.
      2. Os adversários de Deus ao ignorarem esses sinais enfrentarão as trevas eternas ao serem cortados para sempre da fonte de luz, Deus. Eles podem se achar livres para ignorar as admoestações e zombar das advertências sobre o Dia do Senhor, porém sofrerão as consequências.

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